sábado, 26 de abril de 2008

A LUA

(Regis Fontes)

Deitado em meu leito
Olhando pela janela
Consigo ver a lua.
Linda luminária celestial
Que as noites obscuras
Foi encarregada de eliminar.
Olhando para ela
Não há trevas,
Não há escuridão,
Nem mesmo solidão,
Que me possa incomodar.
Seu brilho conforta minha alma,
De sua face vejo outra face
Que reluz na aura do mar,
Tanta história,
Tanta consolação,
Já ouviu tanto.
Mais ela não se cansa,
Sempre que quero chorar
E contar uma lembrança
Lá esta ela de prontidão
Para ouvir, e consolar.
É uma grande amiga
Que nas horas ruins esta a cá,
Parada,
Pregada,
Sempre a me encantar.

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