quarta-feira, 4 de junho de 2008

ADEUS

(Regis Fontes)

Quem é capaz de explicar o amor?
Quem é capaz?
Quem nunca sentiu amor?
Quem nunca sentiu,
Pronuncie-se agora.
Mas sei que não há ninguém,
São anônimos os amores
Que vivem nesses infelizes,
Que vêem o amor mais fingem que não existe!
Ó cegueira infernal,
Por que tinhas de cegar a minha amada?
Por muitos anos admirados e contemplados!
Deveras de ter cegado-a
Para que não mais me enxergasse?
Deveras amargurá-la?
SERÁ que tudo isso faz parte do amor!
Ainda não consegui entender,
Pois tem gente que ora está,
Outrora não está.
Tudo nesse mundo vem e vai.
Mas o certo é que se fosse amor o que sentias,
Não terias partido!
Pois o amor é permanente!
O amor é reincidente!

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