sábado, 6 de dezembro de 2008

INSURREIÇÃO

(Regis Fontes)

Eu romântico insólito
Não matarei apenas uma princesa
Com granadas envoltas a ramos de violetas
Quero mais...

Conspirar-me-ei contra meu eu inabalável
Deflagrarei todos os que se julguem responsáveis.
Será isso uma confirmação?
Ou um relato de um revoltado babão? Não...

O negócio é o poder, depois vê-se pra quê
Matando suas princesas o deixaria vulnerável
O ataque que outrora era instável agora se torna eficaz
Se o seu pranto eu ouvir poderei então dormir em paz

Pode ver isso em minha boca?
Não é apenas espuma que sobeja e escapa por entre os lábios
Mas também um desejo de vingança incontrolável.
Vingar-me-ei, saciar-me-ei, depois morrerei com meu plano incontestável.

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