sábado, 3 de maio de 2008

POESIA DA SAUDADE

(Regis Fontes)

Ó, prelúdio inusitado!
Que meu amor cortas-te pela raiz,
Levas-te para longe minha donzela,
Que era das mais belas a rosa,
De brilho inestimável e incomparável,
Deveras de ter feito isto?
Deveras deixar-me a mingua?
Ó destino inútil!
Meu álveo clama por consolação,
Meu coração, por amor,
Só restou-me solidão,
Solidão e sofrimento...
Saudades e lamentos...
Lembranças e ausência...
Onde estará minha donzela?
Por onde andas?
Por onde andará?

1 Comentário:

Anônimo disse...

querido agradeço adeus todos os dias por ter te conhecido e obrigado pela poesia

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