quarta-feira, 13 de maio de 2009

DEMÔNIO DA NOITE

A névoa vem lenta e fria,
Sobre mim repousa...
E meus pensamentos aguçam:
Para fazer o mal, para não fazer o bem.

E nesse clima diabólico
Faço-me mais tenebroso ainda
Não sinto medo, essa é minha sina.
Fascina-me essa noite turva

Que obscuro como ela eu fico
Fico gélido, pesado, fico frio
Como sobra me movimento
Em meio às sobras leve como o vento

Coberto por trevas para que ninguém me veja
Contemplando toda a beleza do terror da noite
Fazendo-me escuridão junto ao negro cenário
Acompanho por seres místicos

Despido de piedade
Desvendando meu outro lado
Para quando a noite em dia se tornar
Eu demônio da noite
Volte a ser santo como deveria.

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