quarta-feira, 17 de setembro de 2008

O PEIDO PRESO

(Carlos Vinil/Regis Fontes)

Numa praça, entre amigos
O assunto era um só
O Regis com o peido preso
Que chegava até dar dó

O coitado se retorcendo
Botando a força que tinha
E por mais que ele gemesse
O diabo do peito não vinha

O tempo foi passando
E o Regis ficando roxo
Enquanto isso ele pensava
Queria ter o peido frouxo

Pedimos uma cajuína
Pra ver se aliviava
Talvez tomando um pouco
O pobre do Regis peidava

Depois dessa atitude
A turma se arrependeu
O Regis soltou um peido
Meu Deus, como fedeu

E depois desse primeiro
Foi que aumentou o futum
Pois em cada movimento
O cara soltava um pum

Decidimos ir embora
Pra despoluir o lugar
Pois tava correndo o risco
Do pobre do Regis cagar...

3 Comentários:

Carlos Vinil disse...

Bem gente, esse poema era pra ser feito a duas mãos e sobre algo serio, mas depois que o Regis colocou o primeiro verso e relatou que estava com esse pequeno probleminha, nao me contive e levei o poema pra essas bandas (ou seria bundas)...
Resolvemos postar aqui pra ficar registrado nos anais (Eita trocadilho fulerage) hehe

kelita disse...

=]
Gostei.
Muito engraçado

nayara disse...

hum...q poema mais fedido!
eca!

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